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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Resenha: A garota que você deixou para trás.

Jojo Moyes e minha autora favorita no momento, to super in love com os livros dela e não vejo a hora de comprar mais.Depois de ler 'como eu era antes de você',que me falaram não ser bom,e que particularmente, discordo.Os romances da autora me chamaram muito atenção e me fizerem amar ela e seus livros.


Durante a Primeira Guerra Mundial, o jovem pintor francês Édouard Lefèvre é obrigado a se separar de sua esposa, Sophie, para lutar no front. Vivendo com os irmãos e os sobrinhos em sua pequena cidade natal, agora ocupada pelos soldados alemães, Sophie apega-se às lembranças do marido admirando um retrato seu pintado por Édouard. Quando o quadro chama a atenção do novo comandante alemão, Sophie arrisca tudo — a família, a reputação e a vida — na esperança de rever Édouard, agora prisioneiro de guerra.

– Sophie, minha querida, com a sua fé, seu otimismo cego na natureza humana. - Ela meio que sorriu para mim, e foi uma coisa terrível e sinistra. – Você não tem ideia do que eles vão fazer conosco.

Quase um século depois, na Londres dos anos 2000, a jovem viúva Liv Halston mora sozinha numa moderna casa com paredes de vidro. Ocupando lugar de destaque, um retrato de uma bela jovem, presente do seu marido pouco antes de sua morte prematura, a mantém ligada ao passado. Quando Liv finalmente parece disposta a voltar à vida, um encontro inesperado vai revelar o verdadeiro valor daquela pintura e sua tumultuada trajetória. Ao mergulhar na história da garota do quadro, Liv vê, mais uma vez, sua própria vida virar de cabeça para baixo. Tecido com habilidade, A garota que você deixou para trás alterna momentos tristes e alegres, sem descuidar dos meandros das grandes histórias de amor e da delicadeza dos finais felizes.

No intimo, me agrada a ideia de que a gente pode ter um quadro com força suficiente para abalar um casamento.


Está acostumada com isso: um desejo físico quase avassalador de se retirar, de estar sozinha nas ruas escuras, sem precisar ser absolutamente ninguém.



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